http://www.diariodocentrodomundo.com.br/como-o-autismo-de-messi-o-ajudou-a-se-tornar-o-melhor-do-mundo/
Meu Blog reúne artigos, vídeos e links atuais na área da Educação. Os conteúdos postados estabelecem Novos conceitos de Letramentos, com dados levantados a partir da minha pesquisa científica onde a tecnologia entra como um novo recurso aliado da Alfabetização.
sábado, 31 de agosto de 2013
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Como preparar seu filho para o Ensino Fundamental 1
Cada criança tem seu tempo e
é importante lembrar que para haver aprendizagem é preciso haver diversidade:
aquele que está mais avançado trabalhando em par com o outro que ainda está
menos avançado propicia crescimento para ambos.
Quando as crianças deixam a
educação infantil e ingressam no Ensino Fundamental 1 é inevitável pensar: "meu filho já não é mais um bebê".
E é natural que nesse momento apareçam também algumas dúvidas sobre como ele se sairá nesse novo momento de sua vida de estudante. De fato, a entrada no primeiro ano traz uma série de mudanças na rotina escolar.
Todas essas mudanças, porém, não devem ser
encaradas como um problema. Elas fazem parte da evolução natural e saudável da vida da criança. E os pais podem - e devem - ajudar seus filhos a se preparar da melhor maneira possível para essa transição. "O importante é demonstrar segurança para a criança. Dizer que se ela está indo para essa nova fase
é porque já tem idade para isso e está pronta", diz Rosana Ziemniak, coordenadora da Educação Infantil do Colégio Magister, de São Paulo.
As brincadeiras ainda terão seu espaço, mas seu tempo será diminuído enquanto a hora de estudar ganhará mais importância. Na mochila, a boneca ou o carrinho ainda poderão entrar em alguns dias, mas dividirão espaço com livros e cadernos. As responsabilidades, aos poucos, também vão crescer: haverá mais lição de casa, provas e notas
A primeira dica é não criar
muitas expectativas. "Não se pode esquecer que crianças de seis anos, no
primeiro ano do ensino fundamental, ainda estão em fase alfabetização. Não se
pode esperar que elas escrevam uma redação de três páginas. É importante não
cobrar demais as crianças e ter cuidado para não gerar ansiedade", diz
Roseli Carreiro Zanlorenzi de Araujo, diretora da educação infantil do Colégio
Vértice, de São Paulo.
Rosana Ziemniak, coordenadora da Educação Infantil do Colégio Magister,
concorda: "Nunca se deve cobrar aquilo que ainda não é hora de ser
cobrado. E nem fazer comparações com outras crianças, dizendo que esta ou
aquela tem desempenho inferior ou superior. Cada criança tem seu tempo e é
importante lembrar que para haver aprendizagem é preciso haver diversidade:
aquele que está mais avançado trabalhando em par com o outro que ainda está
menos avançado propicia crescimento para ambos", explica ela.
A participação dos pais nessa transição, segundo ela, não deve ficar restrita
ao ambiente escolar. Os pais devem estimular o crescimento e a curiosidade das
crianças nessa fase, programando passeios a livrarias por exemplo. "As
crianças que em casa ou em passeios junto com a família têm esses estímulos
terão muito mais facilidade de se desenvolver na escola em seu processo de
alfabetização e de conhecimentos em geral", afirma ela.
Segundo Roseli Carreiro
Zanlorenzi de Araujo, diretora da educação infantil do Colégio Vértice, os pais
podem ajudar estimulando desde cedo que as crianças criem o hábito de fazer o
dever de casa sozinhas e sem ter que precisar mandar fazer. "A lição de
casa é responsabilidade da criança e ela tem que criar o hábito de incorporar
em sua rotina essa atividade. Os pais não devem fazer o dever por elas, mas
podem questionar se o dever foi feito", afirma Roseli. Os pais também
devem estimular os filhos a tomar cuidado com seu material e a mantê-lo
organizado.
Entrar no ensino fundamental
1 não significa que o tempo das brincadeiras já passou, muito pelo contrário.
As brincadeiras continuam, mas com horários e objetivos diferentes. Na educação
infantil, geralmente as crianças desfrutam de um pátio de brinquedos e têm
brincadeiras mais dirigidas pelos professores. No ensino fundamental 1 as
escolas passam a valorizar mais as brincadeiras espontâneas entre as crianças e
que são realizadas geralmente na hora do recreio. "A cada 15 dias
permitimos que as crianças tragam um brinquedo eletrônico. Mas fazemos questão
de frisar que o objetivo é brincar em grupo. Se percebemos que a criança vai se
isolando com o brinquedo nós a orientamos a trocar de brinquedo para que não fique
sozinha", diz Roseli Carreiro Zanlorenzi de Araujo, diretora da educação
infantil do Colégio Vértice.
http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/como-preparar-seu-filho-ensino-fundamental-1-730972.shtmlComo preparar seu filho para o Ensino Fundamental 1
sexta-feira, 1 de março de 2013
LIBRAS
Sobre a Libras
língua de sinais: Trabalhando com sujeitos surdos*"
Segundo
Lacerda (2000), para (Marchesi 1987) a linguagem de sinais desenvolvida pelas
comunidades surdas é a forma de linguagem mais acessível aos surdos, pois é
considerada sua língua natural. Assim, mesmo sem ouvir, eles podem ser
competentes em uma língua visogestual, capaz de favorecer seu desenvolvimento
integral, contribuindo para sua constituição como sujeitos .
Dessa abordagem
surge a perspectiva bilíngüe para a educação de surdos, a qual preconiza que o
surdo deve ser exposto o mais precocemente possível a uma língua de sinais,
identificada como uma língua passível de ser adquirida por ele sem que sejam
necessárias condições especiais de “aprendizagem”.
A proposta
de educação bilíngüe defende que também seja ensinada ao surdo a língua da
comunidade ouvinte na qual está inserido, em sua modalidade oral e/ou escrita,
sendo que esta será ensinada com base nos conhecimentos adquiridos por
intermédio da língua de sinais.
Desta forma é que
se propõe é que sejam aprendidas duas línguas, a língua de sinais e,
secundariamente, a língua do grupo ouvinte majoritário. Para isso a criança
surda é exposta o mais cedo possível à língua de sinais, aprendendo a sinalizar
tão rapidamente quanto as crianças ouvintes aprendem a falar. Ao sinalizar, a
criança desenvolve sua capacidade e sua competência lingüística, numa língua que
lhe servirá depois para aprender a língua falada, do grupo majoritário, como
segunda língua, tornando-se bilíngüe, numa modalidade de bilingüismo
sucessivo.
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Cartão especial de Natal presente à todos que compartilharam e curtiram meu blog. Espero que gostem!
http://prezi.com/ogyvnkxiexux/copy-of-copy-of-happy-holidays-a-reusable-prezi-greeting-card/?kw=view-ogyvnkxiexux&rc=ref-24952511
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
I Seminário UNISO-UFSCAR Novas Tendências e Desafios do Ensino Superior
O primeiro Seminário UNISO-UFSCAR destacou as Novas Tendências e Desafio do Ensino Superior no Brasil.
Os palestrantes comentaram a atual visão da educação e formação de profissionais, bem como o uso das novas ferramentas que devem ser ajustadas para atender as exigências do mercado. Porém, a escola precisa equilibrar estes novos paradigmas, que a sociedade exige, buscando não se distanciar do seu ideal enquanto Instituição formadora que é o de humanizar e valorizar a ciência e tecnologia, bem como o pensamento reflexivo, contribuindo para a qualificação no mercado de trabalho. A dialética entre a necessidade de uma humanização pensante e a compulsão tecnológica ameaça a humanidade uma vez que, simplesmente se espera que o indivíduo seja somente instrumentalizado. O sentido próprio da Universidade é o de articular o pensamento autônomo hoje e o operacional. Trata-se de retornar a ideia de reflexão dos passos dados ao longo dos tempos da vida em sociedade. O ensino não pode se ater na transmissão do conhecimento, pois traz consigo o enfraquecimento da experiência e do saber. É necessário recompor a relação com os outros conhecimentos como o valor e a ética humanista (Novaes). A edificação do Ensino Superior terá sucesso a partir das partes envolvidas professor e aluno.Construir novas utopias do respeito, valorizar o pensamento não apenas o operacional (Pedro Goergen). As exposições dos pôsteres também destacaram as Novas Tendências bem como as diferentes ferramentas de linguagens na formação dos educadores.
Os palestrantes comentaram a atual visão da educação e formação de profissionais, bem como o uso das novas ferramentas que devem ser ajustadas para atender as exigências do mercado. Porém, a escola precisa equilibrar estes novos paradigmas, que a sociedade exige, buscando não se distanciar do seu ideal enquanto Instituição formadora que é o de humanizar e valorizar a ciência e tecnologia, bem como o pensamento reflexivo, contribuindo para a qualificação no mercado de trabalho. A dialética entre a necessidade de uma humanização pensante e a compulsão tecnológica ameaça a humanidade uma vez que, simplesmente se espera que o indivíduo seja somente instrumentalizado. O sentido próprio da Universidade é o de articular o pensamento autônomo hoje e o operacional. Trata-se de retornar a ideia de reflexão dos passos dados ao longo dos tempos da vida em sociedade. O ensino não pode se ater na transmissão do conhecimento, pois traz consigo o enfraquecimento da experiência e do saber. É necessário recompor a relação com os outros conhecimentos como o valor e a ética humanista (Novaes). A edificação do Ensino Superior terá sucesso a partir das partes envolvidas professor e aluno.Construir novas utopias do respeito, valorizar o pensamento não apenas o operacional (Pedro Goergen). As exposições dos pôsteres também destacaram as Novas Tendências bem como as diferentes ferramentas de linguagens na formação dos educadores.
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